O curta metragem Alike visto a partir da leitura dos textos "Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos" de Demerval Saviani (2007) e "Os novos proletários do mundo no virada do século" de Ricardo Antunes (1999), levam-me a refletir sobre qual indivíduo estou formando. Ao ter consciência da exploração humana que alimenta o Capital e do papel da Escola na conjuntura do sistema, questiono-me: qual meu papel como Professora (trabalhadora-mulher-não-produtiva)? Como Formar sem de-formar ou con-formar?
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ry-tvnSjDW0
Essas são questões que no momento sinto-me incapaz de responder, no entanto, ouso-me a registrar algumas reflexões.
É importante registrar que, assim como Antunes (1999, p. 199), percebo que vivemos com muita intensidade a precarização
da classe trabalhadora, emerge “o subproletariado moderno,
fabril e de serviços, que é part time, caracterizado pelo trabalho
temporário, pelo trabalho precarizado, com isso temos os operários em
trabalho-parcial, trabalho-por-tempo, por-hora".
Diante dessa realidade, surge o discurso do "long-life-learning" uma vez que o capital precisa de trabalhadores/operários polivalentes, com múltiplas especialidades que demonstre conhecimentos/habilidades manuais e intelectuais. Com isso, a Escola, instituição a serviço do capital como explica Saviani (2007), intensifica as atividades escolarizadas gerando uma sobrecarga desumana a todos (da infância à fase adulta). Como se vê no vídeo, não há "tempo" para arte, literatura, bem-estar uma vez que a corrida de jovens (0-25 anos) e velhos (depois dos 40 anos) para garantir uma vaga no mercado de trabalho é tamanha que tem provocado doenças psicológicas irreversíveis. Como superar isso? Eis o desafio....😟🤔🧐🙈
Diante dessa realidade, surge o discurso do "long-life-learning" uma vez que o capital precisa de trabalhadores/operários polivalentes, com múltiplas especialidades que demonstre conhecimentos/habilidades manuais e intelectuais. Com isso, a Escola, instituição a serviço do capital como explica Saviani (2007), intensifica as atividades escolarizadas gerando uma sobrecarga desumana a todos (da infância à fase adulta). Como se vê no vídeo, não há "tempo" para arte, literatura, bem-estar uma vez que a corrida de jovens (0-25 anos) e velhos (depois dos 40 anos) para garantir uma vaga no mercado de trabalho é tamanha que tem provocado doenças psicológicas irreversíveis. Como superar isso? Eis o desafio....😟🤔🧐🙈
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